quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Deitar fora




(Tabuleiro que tenho desde pequena, oferecido pelo avô da minha melhor amiga da infância, que fez um para a neta e outro para mim!)

Eu sei que isto é muito estranho, mas se há coisa que me dá pica é… deitar coisas fora! Não indiscriminadamente, mas livrar-me de coisas quando já estão danificadas, mesmo que aparentemente ainda sirvam para usar "só mais uma vez". Mesmo tendo uma casa com muitos armários, detesto acumular por acumular, talvez porque em casa dos meus pais, onde também havia muito espaço, se acumulava coisas com décadas e décadas, algumas ainda de avós e tias-avós... Algumas peças já tinham má cara, mas o pior de tudo é que muitas continuavam ali, com as tais décadas, sem nunca terem sido usadas… Devo ter ficado com um mini-trauma e agora esforço-me por despachar as peças que já tiveram melhores dias. Tratando-se de roupa, acredito que me visto mais depressa, porque fico com menos opções à frente. No fundo, continuo a vestir aquilo que já vestia, mas com menos confusão no armário. E vocês? Também vos dá pica livrarem-se de tralha? 

14 comentários:

  1. também me apetece destralhar mas sou muito apegada ainda....

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  2. Quando estou inspirada gosto de fazer grandes arrumações e fazer selecção de roupas:-)

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  3. É preciso despegar e desfazer das tralhas mas eu tenho dificuldades em fazer isso.
    Sempre penso que vou usar e acabo guardando novamente e quando vejo um acúmulo absurdo de coisas inúteis
    Tenha um bom dia
    Beijos

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  4. Eu cá também gosto de deitar coisas fora :)

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  5. Para mim fazer arrumações e, claro, deitar fora coisa, é terapêutico e ajuda-me a manter a sanidade mental. Quiçá por isso ainda não fui parar ao hospício...

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  6. Ai, minha amiga, para deitar alguma coisa fora penso e penso e peno.:)
    Enfim, é um problema que terei de resolver.:)))

    Bjs

    Olinda

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  7. Também gosto de me livrar da tralha... Acho que simplifica muito mais o dia-a-dia!

    Bjxxx

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  8. TB gosto de destralhar, essencialmente roupa e sapatos que não uso ha uns tempos. Qt a outro tipo de peças como louças como só tenho o essencial e nada em excesso vai td durando. TB n tenho grande espaço para arrumação é certo, mas a facilidade com que acumulam os tralha é digna de um post ;)

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  9. Sou como tu detesto acumular tralha que não uso ou que não me interessa.

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  10. Bom, na minha casa quando crescia tudo foi diferente. O que era novo e bom, tinha curta duração e a porcaria era guardada. Adivinha lá o que faço agora? Guardo tudo. E ainda bem que assim é. Não gosto de ter coisas que não preciso, mas me incomoda muito mais fazer lixo de coisas que ainda podem ter utilidade. De tudo, encontro uma nova função. Reciclo embalagens sem pensar nisso, sempre foi instintivo. E hoje em dia, em que a preocupação ambiental é o que é, sinto-me feliz por no passado ter arrancado os laços dos embrulhos de presentes e colocado essas fitas de lado. O papel se grande e sem amarrotado, também era reutilizado. Arrancava as partes com fita-adesiva e colocava o papel na reciclagem. Utilizava caixas de outas coisas como embalagem de embrulho, impecavelmente decoradas. Só não fiz mais, porque não me deixavam. Mas vivi numa casa em que jogos, brinquedos, objectos, quando cansava ia para o lixo, nunca nada era guardado, nem sequer um desenho. Por isso hoje não tenho quase nada da minha infância e o que hoje muitos consideram relíquias e dão muito valor, adorariam voltar a ter, não está guardado porque foi para o lixo: aparelhagens fantásticas com equalizador, televisores antigos com telecomando quando estes ainda não existiam porque só haviam 2 canais... Sei que os televisores mudam, com a tecnologia. Mas para mim, se funciona, está bom. Se me apetecer substituir por outro, faço-o. Tudo é conforme o sentido prático. Mas o antigo não vai para "o lixo". Tem de encontrar nova utilidade. E quase sempre, algo que deito fora reticentemente, mais tarde faz falta e não é tão fácil de voltar a encontrar.

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  11. Em termos de roupa, ligo pouco ao tema. Tenho roupa com alguns anos, porque está boa. Logo, não me desfaço dela mas também não a uso, porque já não me serve, rsss. Um dia pode voltar a servir, certo? Enquanto não me atrapalhar, deixo-a estar. Mas por curiosidade, aqui há uns anos perdi peso e nem foi preciso ir comprar roupa nova. Tive o prazer de voltar a envergar a roupa do passado. Foi um prazer diferente, não sei explicar. Subitamente tinha mais roupa para vestir do que a que costumava ter. Recuperei os quilos perdidos e voltei ao minimalismo. Contudo, este ano apeteceu-me usar uma camisola com uma capa que têm... uns 20 anos. Nossa, o que eu percebi é que antigamente, quando era miúda e muito magra, usava roupa largueirona! Aquilo servia-me e ainda sobrava espaço. Claro que, não as calças, essas não duraram tantos anos. Mas a camisolona de lã e a capa de pele de camelo ou o que é... sai à rua com aquilo, a sentir o cheirinho bom da roupa guardada em perfurmada naturalmente, e ninguém apontou o dedo ou sequer percebeu que a roupa tinha a idade que tinha. Quando pensei bem, a roupa era um pouco mais nova que algumas pessoas de nariz empinado que circulavam à minha volta, rsss.

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  12. Great post, happy Friday!

    http://www.itsmetijana.blogspot.com/

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  13. ui.. o meu marido até treme quando ando em arrumações livro-me de tudo! Não gosto de ter tralha a mais, tralha que não uso!

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